"Sou como você me vê... Posso ser leve como uma brisa ou forte como uma ventania; depende de quando e como você me vê passar!" (Clarice Lispector)

quinta-feira, 18 de novembro de 2010

Orgulho e Preconceito

Estava aqui vendo alguns clipes no youtube e acabei caindo em vídeos do filme Orgulho e Preconceito, que é além de um dos filmes mais belos que já vi, um dos livros mais magnificos que já li na vida. Claro que lembrei a célebre frase da Andréa, que eu gosto de literatura moderna mas sou uma romântica inveterada, é claro que isso procede, às vezes viajo que nem o Doug, só que não pela Patty Maionese, viajo sonhando com Mr Darcy, com alguém como ele... Enfim, às vezes acho que nunca vou ccrescer, que sempre vou achar que vai chegar um príncipe encantado na minha vida, só que ele vem mudando com o passar do tempo, antigamente eu queria que ele viesse de Harley e com uma guitarra nas costas, hoje já acho que ele tem que vir com um livro debaixo do braço... Mas o sonho continua o mesmo. É claro que tenho noção que príncipes não existem, que, no máximo existem sapos tortos perdidos por aí, mas gosto tanto de sonhar, de me sentir essas heroínas que estão dentro dos roamances, principalmente as da Jane Austen, adoro sua forma de escrever, seus personagens, os enredos... É óbvio né??
Meu Deus, estou escrevendo e vendo cenas do filme, Jesus, se alguém me olhar como o Mr Darcy olha a Elizabeth eu morro!!! Isso só pode ser coisa de filme mesmo... Estou morrendo só de ver... rs Só eu para ter esses espasmos literários, esses amores impossíveis, esses sonhos esquisitos... Me apaixonar por personagens, por sonhos... Mas acredito ser bom ser assim, senão as coisas passam a ficar pesadas demais, tristes demais e a gente passa pela vida enxergando-a da maneira mais cinza possível. E eu gosto de ver cores até quando as coisas estão um tanto quanto nubladas...
Às vezes me defino como um paradoxo, algumas vezes até como a própria dialética, sou tudo assim ao mesmo tempo agora e nada ao mesmo tempo agora. Hoje já me senti feliz, triste, já chorei, agora sinto uma esperança tamanha dentro do meu peito. Que estranho não? Não não é estranho, acho que todos os seres humanos são assim, só que vestem máscaras muitas vezes para si mesmos e é mais fácil não ser um ser complexo do que ser um ser simples.
Enfim, eu só queria falar do livro e do filme e acabei misturando tudo, como sempre. Acho que vou ter que reler esse livro durante as férias... Daí ele, com certeza, vai ganhar um outro espacinho por aqui... heheheheheheheheheheh

2 comentários:

  1. Gi, seu texto ficou lindo!

    Mr. Darcy é um patrimônio cultural de todas. Não há como não se apaixonar por ele!!

    E não ligue... também mudo de humor várias vezes ao dia, é uma loucura! Já parei de tentar achar explicações para isso, sou um ponto de interrogação e é isso...r~srs

    Beijão!

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  2. Obrigada Dri, não tem como não amar esse homem né?? hehehehehehe

    Sim, às vezes me denomino a própria dialética... rs
    Beijos

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